A Menina que via Iemanjá – A história por trás do livro

Introdução

Há histórias que nascem das mãos do escritor.
E há histórias que nascem da alma.

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A Menina que via Iemanjá pertence à segunda categoria — não foi criada, foi revelada.
Ela nasceu de lembranças que nunca morreram, de ensinamentos que o tempo não apagou e de uma herança espiritual que me acompanha desde a infância.

Antes de ser livro, essa história foi vida.
Foi emoção.
Foi fé.

E tudo começou com uma mulher simples, de sorriso sereno e olhar que parecia enxergar além do visível: minha avó Marina.
Foi ela quem plantou em mim a semente que mais tarde desabrocharia nas páginas deste livro.
Uma semente de fé, de coragem e de profunda conexão com o sagrado.

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🌊 O chamado que vem do mar

A inspiração para escrever A Menina que via Iemanjá não surgiu como um desejo comum — ela veio como um chamado.
Um sussurro que se repetia no meu coração, como o vai-e-vem das ondas, até que se tornou impossível ignorar.

Cada capítulo não nasceu de esforço; nasceu de lembranças.
Lembranças de histórias contadas por Marina, de vivências espirituais que se manifestavam como visões, sonhos, intuições e coincidências impossíveis de explicar racionalmente.

Escrever este livro foi revisitar o mar interno que sempre me guiou.

Eu ouvia o barulho das ondas mesmo estando longe da praia.
Sentia o cheiro da maresia sem estar perto dela.
E sempre que escrevia sobre Iemanjá, algo dentro de mim se alinhava — como se a Mãe das Águas estivesse soprando palavras ao meu ouvido.

O mar, para mim, sempre foi um portal.
Um limite entre o visível e o invisível, entre o que a mente entende e o que a alma simplesmente aceita.
Foi nesse portal que nasceu A Menina que via Iemanjá.


Entre o real e o sagrado

Uma das características mais marcantes do livro é que ele se move entre dois mundos: o mundo físico e o espiritual.
E essa dualidade não é ficção — é vivência.

Sim, há capítulos inspirados em acontecimentos reais.
Momentos que vivi, presenciei ou ouvi na minha família, quando o sagrado se mostrou de forma tão clara que deixou marcas eternas.

Mas mais do que relatar histórias sobrenaturais, o livro convida o leitor a sentir.

A sentir a presença do divino nas pequenas coisas.
A perceber sinais.
A confiar na intuição.
A entender que a espiritualidade é um diálogo silencioso entre o coração e o universo.

A Menina que via Iemanjá não é um livro sobre milagres — é um livro sobre fé.
E fé é aquilo que transforma, que cura, que acolhe e que nos devolve a força quando tudo parece ruir.

Não é preciso ver para acreditar.
Às vezes, basta sentir.


👣 Marina: a mulher que carregava o sagrado

Nenhuma história existe sozinha.
E a minha história só existe porque antes de mim existiu Marina, minha avó.

Uma mulher simples, de origem humilde, que nunca precisou de títulos para carregar grandeza.
Ela era o exemplo vivo de que a espiritualidade verdadeira é feita de silêncio, humildade e amor.

Marina me ensinou que:

  • O invisível fala.
  • O coração escuta.
  • A fé sustenta.
  • E a bondade sempre retorna.

Cresci ouvindo suas histórias, suas risadas, seus conselhos e seus relatos de momentos espirituais tão profundos que transformaram minha visão de mundo.
Ela não apenas acreditava em Iemanjá — ela sentia Iemanjá.

Era como se a Mãe das Águas caminhasse ao lado dela.

Quando adulta, entendi que escrever este livro era minha forma de honrar sua memória, sua coragem e sua fé.
Marina continua viva em cada página, em cada frase e em cada emoção que o livro desperta no leitor.


🌬️ A espiritualidade que guia, cura e acolhe

Ao longo da escrita de A Menina que via Iemanjá, percebi que eu não estava apenas contando uma história — eu estava compartilhando um caminho.
Um caminho espiritual que fala sobre dor, superação, fé, amor, ancestralidade e recomeço.

O livro aborda temas como:

  • a força dos Orixás
  • a sabedoria dos Pretos-Velhos
  • a proteção dos Exus
  • o amor das Pomba Giras
  • a delicadeza das crianças espirituais
  • e a presença luminosa de Iemanjá

Mas não de forma dogmática ou religiosa.
Tudo é contado através de emoções, vivências e percepções humanas.

É um livro que abraça quem precisa de força, conforta quem está cansado, inspira quem busca recomeçar.

O que os leitores dizem sobre A Menina que via Iemanjá


🕊️ Um legado que atravessa gerações

Escrever A Menina que via Iemanjá foi como abrir um baú antigo, cheio de memórias que pertenciam não apenas a mim, mas a todos que vieram antes.

Ao escrever, senti a presença:

  • da minha avó, Marina;
  • da minha ancestralidade africana;
  • da fé do meu povo;
  • da força dos Orixás que me acompanharam por toda a vida.

Percebi que este livro não era apenas meu — era um legado.
Um presente que minha ancestralidade queria entregar ao mundo.

Ele fala da importância da mulher, da importância da fé simples, do poder da intuição e da beleza que existe em acreditar que nunca estamos sozinhos.


🌊 A Menina que via Iemanjá: mais que um livro, uma experiência

Se você chegou até aqui, talvez algo dentro de você também esteja chamando.
Talvez você já tenha sentido a presença de algo maior te guiando.
Talvez se lembre de alguém da sua família que carregava fé no olhar.
Ou talvez esteja em busca de respostas, cura ou acolhimento.

Este livro foi escrito para almas inquietas, para corações sensíveis, para pessoas que acreditam no invisível ou querem aprender a acreditar.

Mais do que uma história, A Menina que via Iemanjá é uma experiência.
Uma travessia espiritual que transforma quem lê — porque também transformou quem escreveu.


Encerramento e convite

Se você sente que existe algo além do que os olhos veem…
Se acredita que o amor e a fé podem mudar destinos…
Então este livro foi escrito para você.

💙 Essa e outras histórias profundas estão em “A Menina que via Iemanjá”.

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Que Iemanjá te abençoe e te guie sempre. 🌊